domingo, 3 de abril de 2011

Galeria em SP faz mostra do artista alemão Franz Ackermann


Um dos artistas contemporâneos mais prestigiados em seu país, o alemão Franz Ackermann apresenta no Brasil, até o dia 30 de abril, a exposição New Ads For São Paulo. Aberta em fins de março, na Galeria Fortes Vilaça, na capital paulista, a exposição traz pinturas sobre telas, murais, desenhos, fotografias, gravuras e objetos que retratam o ponto de vista do artista sobre uma das maiores cidades da América Latina.
A exposição de Ackermann faz parte da programação em comemoração aos dez anos da Fortes Vilaça. No próximo mês, o público também poderá conferir exposições do artista português Julião Sarmento e da brasileira Erika Verzutti.
Bildunterschrift: Obra ‘B2 barbeque with the duke’ foi exposta em Londres
New Ads for São Paulo ocupa, ao mesmo tempo, a galeria e o galpão do prédio. Ackermann dividiu a exposição em duas áreas temáticas: a natureza e o urbano. A primeira, instalada na galeria, consiste em obras que mostram paisagens e elementos naturais – um ambiente silencioso e livre. As paredes foram pintadas em tons de rosa e marrom, moldando troncos de árvores e elementos florestais.
A segunda, instalada no galpão, tem o urbanismo e o ruído da grande cidade como tema central. As paredes trazem justaposições de imagens e de materiais diversos, como desenhos a lápis ligados a pinturas sobre madeira, e de fotografias em preto e branco da capital paulista junto com pinturas a óleo. As fotografias foram tiradas pelo pintor com uma pequena câmera digital, e depois trabalhadas pelo fotógrafo Eduardo Ortega.
Bildunterschrift: ‘Home, home again’ e ’23 fantasmas’
Para preparar a exposição, Ackermann morou dois meses em São Paulo. Na fase final da montagem, levou todo o seu ateliê – inclusive oito assistentes – para o local das instalações. Segundo o artista, a exposição propõe preencher os espaços em branco da paisagem paulista.
Ackermann mora na Alemanha. Seu trabalho é centrado nos temas viagem e globalização. Suas obras refletem fenômenos do mundo moderno, como a tecnologia da informação, a percepção acelerada do ser humano e a simultaneidade de ações. Ele também trata da influência da propaganda e da indústria cultural na sociedade. O artista já expôs em importantes galerias no Reino Unido, nos Estados Unidos, no Japão, na Suíça e no Canadá.
Autor: Tim Lokotsch
Revisão: Alexandre Schossler

Feliz: terra da alegria e da qualidade de vida


O município de Feliz está situado no Vale do Caí, encosta inferior do Nordeste, no limiar da Serra Gaúcha.


Com 11.679 habitantes (estimativa IBGE/2006), Feliz preserva as características interioranas e mantém a tradição dos alemães que colonizaram a cidade. Ainda hoje, a população mantém vivas as raízes culturais dos antepassados, imprimindo no seu dia-a-dia os traços germânicos dos imigrantes. Esse legado pode ser percebido nas fachadas das construções, em jardins de muitas residências e também em diálogos realizados no dialeto alemão.
A valorização da cultura, da educação e o zelo pelo trabalho são algumas das características marcantes do povo felizense. Mas, as festas também fazem parte do dia-a-dia da população, quer seja por motivos religiosos, como os Kerbs, ou para relembrar a tradição dos antepassados, como o Festival do Chopp, ou ainda para celebrar a produção agrícola, o que acontece com a Festa Nacional das Amoras, Morangos e Chantilly – Fenamor. 
O município de Feliz é o maior produtor de morangos do Estado e um dos pioneiros no cultivo de amor-preta. Em 2006, 200 famílias cultivam 50 hectares de morango, alcançando uma produção de cerca de 1.800 toneladas/ano. A produção de amora-preta gira em torno de 48 toneladas, em uma área de 8 hectares, envolvendo 24 famílias. Além dessas duas culturas, também tem significativa importância a produção de figo e goiaba.

Criação do Município de Feliz

Em 22 de dezembro de 1888, a então Picada Feliz, foi elevada à condição de Vila, passando então a chamar-se “Vila Feliz”.
Em 17 de fevereiro de 1959, através da Lei Estadual 3.726/1959, foi decretada a Emancipação Política do município, que passou a chamar-se “Feliz”. Em 31 de maio do mesmo ano, foi realizada a Instalação do Município. Em 1º de junho, assumiu o primeiro prefeito de Feliz, Kurt Wlater Graebin, que teve como vice-prefeito Adalberto Weissheimer. Em 25 de julho daquele ano foi aprovada a Lei Orgânica do Município de Feliz.
A emancipação foi associada às reivindicações dos munícipes, realizada através de um Plebiscito.
Antes da emancipação, o município pertencia a São Sebastião do Caí.

Origem do nome de Feliz
Há mais de uma versão para explicar a origem do nome do município de Feliz. No entanto, a mais aceita está relacionada a um acontecimento histórico, como consta no “Kozeritz Kalender”, de 1962: 
Em 1850, uma comitiva sob o comando do engenheiro Afonso Mabilde foi incumbida de abrir um caminho através da mata dos pinhais e o Campo dos Bugres (Caxias do Sul) aos campos de criação de gado de Vacaria. Este grupo atravessou com uma canoa o rio das Antas, usando uma embarcação como elo de ligação com os já ocupados campos de Vacaria, donde obtinham os mantimentos necessários. Uma enchente, no entanto, teria arrastado a canoa e o grupo de homens se viu obrigado a retornar ao sul. Depois de ficarem muitos dias errantes pelo mato, sofrendo toda sorte de privações e perigos, finalmente teriam encontrado a casa de um colono e saudado este encontro com a exclamação: Oh Feliz! Em lembrança deste fato, a nova picada recebeu o nome de Feliz.”
Berço de Qualidade de Vida

Em 1998, Feliz destacou-se como a primeira colocada no ranking dos municípios brasileiros com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Naquele ano, Feliz ficou conhecida nacionalmente como a “Cidade de Melhor Qualidade de Vida do Brasil”. Foi a primeira vez que o Brasil integrou o grupo dos países com alto IDH, ocupando o 62º lugar no ranking mundial. 
Ainda hoje, Feliz mantém a qualidade de vida de sua gente e registra altos índices de educação, saúde e desenvolvimento. Exemplos disso são as novas equipes do Programa de Saúde da Família, implantadas em 2005, que passaram a cobrir 100% da população. Em 2006, Feliz recebeu o título de “Município Alfabetizado”, por ter um índice mínimo de analfabetismo. Esses são apenas alguns aspectos que destacam Feliz como uma ótima cidade para se viver.

Aspectos sócio-econômicos

Conforme o IBGE, 70% da população são residentes em área urbana e os outros 30% moram na zona rural. Os descendentes de alemães totalizam 70% da população, enquanto 15% são de origem italiana e 15% descendem de outras etnias. 
Na economia, destaca-se a indústria, com empresas do setor metal-mecânico, calçadista e moveleiro. As atividades do setor primário, principalmente com o cultivo de hortigranjeiros, com a avicultura e a suinocultura, também têm grande representatividade na economia municipal. Morango, figo, goiaba e amora-preta, entre outras olerícolas, são os principais produtos agrícolas. 
O setor de comércio e os serviços completam a economia local e são referência para vários municípios vizinhos.

A produção local é assim constituída:
  • 37,49% - Indústria Metal-mecânica, Calçadista, Cerâmica e Moveleira
  • 26,15% - Agricultura (hortifrutigranjeiros)
  • 20,52% - Comércio
  • 15,84% - Serviços

Pela localização geográfica privilegiada, pelos altos índices de saúde e educação das pessoas, entre outros aspectos, Feliz dispõe de plenas condições para proporcionar qualidade de vida a seus moradores e o êxito dos empreendimentos instalados em seu território.
Abaixo, outros aspectos que destacam o potencial de Feliz:
  • Localização geográfica privilegiada: Feliz está situada entre os dois principais pólos econômicos do Estado: a região metropolitana (80 km de Porto Alegre) e a região serrana do Estado (45 km de Caxias do Sul); possui fácil acesso e ligação com as principais rodovias estaduais e federais, como RS 122, RS 240, BR 116;
  • Fundo Municipal de Desenvolvimento (FMD): possibilita o retorno de até 75% do investimento realizado, considerando aspectos como investimentos em instalação e estruturação, geração de empregos diretos e indiretos, geração de tributos, melhoria da qualidade do meio ambiente, contribuição para o aperfeiçoamento tecnológico e efeitos multiplicadores na economia local. O FMD pode ser utilizado conjuntamente com incentivos do Governo do Estado. Cite-se a empresa Hidrojet Equipamentos Hidráulicos Ltda. como um dos casos exitosos concretizados através dos recursos do FMD. Há que se destacar que a empresa Hidrojet Equipamentos Hidráulicos Ltda. tem nível internacional de qualidade, uma vez que a maior parte de sua produção é destinada à exportação;
  • Existência de mão-de-obra qualificada: O profissional felizense é conhecido e destacado pela qualidade do trabalho que realiza. É grande a procura de profissionais locais por parte de empresas de grande porte da região. Entre as empresas de outras cidades que contratam mão-de-obra felizense destacam-se Marcopolo, Pettenati e Randon, entre outras.

Analândia

Conheço Analândia desde os meus oito anos de idade. Costumava ir com a minha avó visitar casas de amigos naquela pequena cidade, e eu adorava. Tem uma paisagem diferente de tudo o que já vi, tem o morro do cuscuzeiro, além de passeios em cachoeiras. É na verdade um lugar para se esquecer da vida, esquecer do dia- a- dia corrido e agitado. Nos faz sentir revigorado para começar a semana. 

Razões da Imigração húngara para o Brasil


Queda do Império Austro-Húngaro e Tratado de Trianon
Os imigrantes húngaros foram sempre acolhidos de forma muito amistosa pelo povo brasileiro. Esta seja talvez a causa principal de que em todas as levas de imigração, houvesse tantos húngaros chegando ao Brasil ao longo do Séc. XX.
Já em 1933, de acordo com uma nota publicada no Délamerikai Magyar Hírlap (Periódico Húngaro da América do Sul) edição do dia 15 de junho, estimava-se que o número de imigrantes húngaros no Brasil era de 150.000, sendo 30.000 radicados em São Paulo.
Os descendentes desses húngaros que têm consciência de sua origem somam hoje em torno de 5.000 -10.000 pessoas.
Um breve histórico da imigração húngara
Primeiros imigrantes
Os primeiros grupos de imigrantes húngaros começaram a chegar a partir de 1890. Vieram para buscar novas oportunidades, já que a conjuntura econômica na Monarquia Austro-Húngara não era muito favorável. Vieram também animados pelos incentivos oferecidos pelo governo brasileiro: terras e animais para recomeçar a vida na nova terra. Muitos aportaram no sul do país e estabeleceram-se no Rio Grande do Sul, Santa Catarina (Jaraguá do Sul) e Paraná. Alguns desembarcaram no porto de Santos, estabelecendo-se no interior do estado de São Paulo.


Imigrantes da I. Guerra Mundial
Um segundo grupo de imigrantes húngaros chegou ao Brasil entre 1920 e 1929, depois da I. Guerra Mundial, proveniente dos territórios desmembrados da Hungria pelo Tratado de Paz de Trianon, estabelecido em 1920 na França.
A tabela abaixo explica o número oficial relativamente baixo de imigrantes cadastrados como húngaros nos serviços de imigração: os emigrantes que deixavam os territórios desmembrados, viajavam com passaportes de seus novos governos, ou seja: romenos, iugoslavos, tchecoslovacos e austríacos.
 
Húngaros com passaporte romeno
Transilvânia
30.437
Húngaros com passaporte tchecoslovaco
Norte da Hungria
518
Húngaros com passaporte iuguslavo
Sul da Hungria
16.518
Húngaros com passaporte austríaco
Oeste da Hungria
2.742
Húngaros com passaporte húngaro
Hungria remanescente
6.501
Total de imigrantes húngaros
56.716
Fonte: Comunidade Húngara radicada no Brasil - Éva Piller
Exemplo de família imigrante: Família Embacher - Motivos da partida
A família Embacher era da região de Bannat. Pertencia ao Império Austro-Húngaro até o Tratado de Trianon assinado em 4 de junho de 1920. Eles eram húngaros até 1920 e entraram no Brasil em 1925 com passaporte romeno.
O Banat (em romeno e alemão Banat, sérvio Banat, húngaro Bánát ou Bánság) é uma região geográfica e histórica da Europa Central atualmente dividida entre três países: na Romênia (os condados de Timis, Caras-Severin, Arad e Mehedinti), na Sérvia (localizado em sua maior parte na Voivodina) e uma pequena parte na Hungria (Condado de Csongrád).
Localidades no Banat
Abaixo estão as localidades mais importantes do Banat atualmente da Romênia:

Timisoara (317.651 habitantes)
Resita (83.985 habitantes) - cidade da família Embacher
Lugoj (44.571 habitantes)
Caransebes (28.294 habitantes)
A chegada - 1925
A família Embacher chegou ao Brasil, no porto de Santos, em 28 de setembro de 1925, pelo navio Plata, procedente do porto de Marselha. O passaporte é romeno. Vejam o passaporte de meu avô Franz Embacher.
Símbolos Nacionais da Húngria - Bandeira e Hino Nacional.

Por que o Brasil ainda não cresceu ?

Sou Brasileira, nasci no interior do Estado de São Paulo, numa cidade bem pequena e inicialmente pacata. Hoje está bem violenta e infelizmente um lugar não muito seguro para se viver. Há outros lugares bem melhores para se viver, especialmente quando se conhece estas cidades e outros modos de vida..
Eu penso em que mudar daqui, porém , já estou estabilizada. Ainda estou procurando um lugar melhor, e pelos meus estudos, sinto que Sidney na Austrália seria um lugar melhor para se viver, ou então, Canadá, onde já existem uma grande quantidade de Brasileiros e Europeus se mudando cada vez mais para cá.
Porém, por que decidi escolher este tema para este Blog?
Parece ambiguo, sendo que, eu mesma não me identifico com a cultura brasileira, em especial, o Futebol, Carnaval e Samba. Alías, evito ao máximo este tipo de programação.
Sou uma brasileira estrangeira, com sangue Italo-Hungaro- Português, onde me identifico perfeitamente na cultura Europeia, em especial Itália e Portugal, onde me sinto literalmente em casa.
E, voltando, por que escolher este tema?
Escolhi porque muitos Argentinos, Americanos e Europeus se interessam cada vez mais pela cultura Brasileira, e ainda, o Brasil atualmente se tornou o Foco das Atenções, onde pela sua economia, até o nosso amigo Barak Obama se interessa. Ou seja, o Brasil hoje é um país de terceiro mundo, que acredito, logo logo, se tornará  Segundo Mundo, e quem sabe, daqui a 100 ou 200 anos, se tornará Primeiro Mundo.
Sei que isso vai demorar um pouco, mas temos que acreditar.
Corrupção, pelo que tenho observado, existe em todos os países. O que mais nos prejudica é mesmo a EDUCAÇÃO, que hoje, no Brasil, está longe de ser perfeito e se tornar um pais educado. A começar pelas famílias mais pobres, que não tem muito recurso e faltam-lhes oportunidade. É triste ver um país que tem tudo para dar certo com uma educação pobre.
Como dia o nosso amigo  Pelé: O pais somente crescerá se dermos educação às crianças",
E isto é pura verdade, se não educarmos nossas crianças, o que será de nosso Futuro.
O Futuro depende delas, se quisermos crescer. 

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Brasil levará empresários à China para buscar parcerias em infraestrutura e tecnologia


A missão presidencial à China, que contará com 212 empresários na comitiva brasileira, foi o tema central do encontro entre a presidenta Dilma Rousseff e o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, realizada na manhã desta sexta-feira (1º), no Palácio do Planalto. A informação foi dada por Andrade, em entrevista coletiva após a audiência.
O presidente da CNI afirmou que a indústria brasileira pretende alavancar parcerias com a China, país que tem recursos disponíveis para investimentos no Brasil, especialmente nas áreas de infraestrutura e tecnologia, e que a temática será foco da missão. Ele afirmou que a presidenta Dilma compartilha da visão de que a indústria brasileira tem que ser fortalecida, visto que é grande responsável pela geração de emprego e renda, e que não é interessante ao país “ser apenas importador de produtos manufaturados da China, que tem preços que não são competitivos na indústria mundial”.
“O que nós mostramos para a presidenta é que o interesse da indústria com relação à China é de ser parceiro nos investimentos no Brasil em infraestrutura. Por outro lado, acho que podemos ter indústrias chinesas de setores de produção de manufaturados investindo no Brasil dentro do nosso ambiente de negócio, tanto voltados para o mercado interno quanto para o externo”, afirmou.
Entre os setores que serão priorizados nos debates com os empresários chineses, Andrade destacou rodovias, ferrovias, saneamento e energia, áreas que a China tem produção e recursos para serem aplicados no Brasil “dentro de parcerias público-privadas ou em associação com empresas brasileiras”.
Andrade afirmou que é necessário que o Brasil reformule a política cambial e que “a taxa de câmbio é um problema que o governo brasileiro pode resolver a curto prazo”. Segundo ele, a presidenta Dilma “concorda plenamente com essa agenda e acha que nós temos que agir de maneira rápida e eficiente”. Como medidas, a CNI sugeriu a tributação sobre a entrada de recursos financeiros para aplicação no mercado financeiro no Brasil, de maneira a coibir a entrada de recursos especulativos.
“O governo pode criar limitações à entrada desse capital, pode criar tributação, pode criar quarentena, e acho que o governo deve estar pensando em tomar essas medidas”, opinou.

Micro e Pequenas Empresas
Questionado se durante o encontro com a presidenta foi tratada a criação da Secretaria de Micro e Pequenas Empresas, Robson Andrade afirmou que embora o assunto estivesse na pauta, não houve tempo para tratar a questão, mas que considera adequada a criação de uma secretaria que possa englobar as políticas para o segmento.
“Nós temos diversas políticas, propostas e ações que estão ‘espalhadas’ no Mdic [Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior], no BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social], na própria Receita Federal, no Ministério da Fazenda e precisa que essas políticas estejam concentradas em um lugar para que elas tenham mais eficácia, mais eficiência, e que possa estudar as novas proposições”, disse.

Comércio Brasil-China
Os investimentos da China no Brasil superaram US$ 13 bilhões em 2010. O gigante asiático é, desde 2009, o maior parceiro comercial do Brasil e vem se tornando um grande investidor no País. Os investimentos estão concentrados principalmente nos setores de Energia – petróleo e gás (54,7%), mineração (22,3%) e siderurgia (11,8%), portos (3,4%) e energia elétrica (3,3%). Os setores automobilístico, ferro e aço, agronegócio, máquinas para construção, bancário e comunicação representam os 3% restantes.
As informações são de um estudo publicado pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), divulgado na quarta-feira (30), em workshop realizado no Itamaraty, em Brasília. O conselho reúne algumas das maiores empresas de ambos os países.
Uma das prioridades da comitiva brasileira que vai à China no dia 11 de abril é atrair mais investimentos e abrir oportunidades de cooperação nas áreas de infraestrutura, em especial aquelas relacionadas ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), mineração e energia.
O estudo da CEBC revela não apenas os US$ 13 bilhões realizados no ano passado (44% do total), mas também os US$ 8 bilhões anunciados pelos chineses (27%) e os US$ 8,6 bilhões que ainda estão em fase de negociação, em um total de US$ 29,6 bilhões.

Fonte:Portal Brasil